Alckmin defende ampliação das compras governamentais para as MPEs

Evento Sebrae Transformar juntos Misto Brasil
Presidente do Sebrae, Décio Lima, discurso no evento em Brasília/Jorge Cury/Misto Brasil

A proposta também tem o apoio do presidente do Sebrae, Décio Lima. Apenas 25% das microempresas vendem para os governos

Por Misto Brasil – DF

As compras governamentais pelos municípios podem ser o diferencial para o crescimento das micro e epequenas empresas, na opinião do vice-presidente Geraldo Alckmin, e para o presidente do Sebrae, Décio Lima.

Os dois participaram da abertura do evento “Transformar Juntos”, que reúne em Brasília até quinta-feira (11), 2,500 gestores municipais. A ideia é reunir propostas que possam estimular a economia nas cidades.

Veja a programação do Transformar Juntos. Assista o vídeo logo abaixo.

Alckmin, que está no exercídio da Presidência – presidente Lula da Silva está em viagem para a Bolívia -, disse que a outra sugestão é estimular o cooperativismo.

Na entrevista que os dois concederam para os jornalistas após a abertura do encontro, tanto o vice-presidente como Décio Lima, disseram que é necessário “fortalecer” os pequenos negócios.

E isso pode acontecer com as compras governamentais. Segundo o Sebrae, as microempresas respondem por apenas 25% das compras. Para melhorar esse índice, de acordo com o presidente do Sebrae, é necessário criar mais facilidades com a mudança da legislação, “para criar essa sinergia facilitadora”.

Também presente na abertura do encontro, o ministro do Turismo, Celso Sabino, disse que boa parte dos negócios na área do lazer e turismo é realizado pelos empresários da micro e pequena empresa.

O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, falou sobre a criação de empregos. A cada dez empregos, oito são da micro e pequena empresa. Somente no turismo, são 90% das ocupações abertas pelo segmento econômico.

Sobre crédito, Décio Lima comentou na entrevista que 80% dos microempreendedores não têm acesso a financiamentos. Ele disse que é preciso ampliar os modelos de crédito, mas disse que o programa Acredita é um modelo que ajuda.

Ele disse que há R$ 30 bilhões disponíveis sendo o Sebrae o avalista na concessáo do financiamento. “Ainda é pouco”, admite.

 

 

 

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