Lula da Silva disse que perseguição contra ele foi um complô dos EUA

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Lula da Silva com uniforme da Petrobras na retomada da Abreu e Lima/Arquivo/Divulgação/PR

O presidente disse no discurso da retormada da refinaria Rnest que o objetivo também era atacar a Petrobras

Por Misto Brasil – DF

Durante seu discurso na retomada dos investimentos na refinaria Abreu e Lima (Rnest) da Petrobras, o presidente Lula da Silva afirmou que a perseguição judicial sofrida por ele na Operação Lava Jato, foi fruto de um complô do Departamento de Justiça dos EUA com “juízes e procuradores desse país”.

As obras na refinaria estavam paradas desde 2015 por conta de denuncias de corrupção oriundas da Operação Lava Jato.

Leia – governo espera criar 30 mil empregos com a retomada da Abreu e lima

“Eu vou dizer como presidente da República: tudo o que aconteceu nesse país foi uma mancomunação entre juízes desse país, alguns procuradores desse país, subordinados ao Departamento de Justiça dos Estados Unidos, que queriam e nunca aceitaram o Brasil ter uma empresa como a Petrobras”, disse o presidente.

“Quando eu deixei a Presidência da República eu tive as contas dos meus oito anos de governo aprovada por unanimidade no Tribunal de Contas e aprovada no Congresso Nacional. Somente cinco anos depois começou o processo de denúncia contra a Petrobras”, afirmou Lula.

O fim das obras da Rnest, localizada em Ipojuca, no sul de Pernambuco, está previsto para 2028, quando verá sua capacidade de refino aumentar de 115 mil barris para 260 mil barris de petróleo por dia e será, segundo o governo, a refinaria mais moderna em território nacional.

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