Barros vira réu em processo que apura pagamento de propina

Deputado Ricardo Barros CPI da Covid Misto Brasília
Deputado Ricardo Barros durante depoimento hoje na CPI da Covid no Senado/Arquivo/Jefferson Rudy/Agência Senado

Segundo os investigadores, ele se utilizou da influência que tinha na diretoria da Copel, para negociar a contratação

Depois de escapar ontem (23) do Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara, que arquivou uma representação, o deputado e líder do governo na Câmara, Ricardo Barros e outras quatro pessoas, viraram réus em um processo que apura um suposto esquema de pagamento de propinas em contratos da Companhia Paranaense de Energia (Copel).



Segundo os investigadores, Barros se utilizou da influência que tinha na diretoria da Copel, por ser então secretário estadual de Indústria, Comércio e Assuntos do Mercosul no Paraná, para negociar a contratação das empresas. Em troca, ele teria solicitado e recebido valores ilícitos de executivos do grupo Galvão.

O MP entende que parte dos pagamentos foi feita em espécie, e a outra parte por meio de doações eleitorais. Ricardo Barros foi denunciado por lavagem de dinheiro, tráfico de influência e falsidade ideológica eleitoral. As fraudes, de acordo com o G1, ocorreram entre o final de 2011 e o ano de 2014.


Além do deputado, também viraram réus Jean Alberto Luscher Castro, executivo da Galvão Engenharia, Eduardo Queiroz Galvão, membro do Conselho de Administração da Galvão Engenharia, e os empresários Delmo Sérgio Vilhena e Élio Alves Pereira, confirmou a Agência Sputnik.



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