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Argentina mostra eficácia da Sputnik Light como segunda vacina

Fundo Russo informou que eficácia e sem efeitos colaterais graves em combinações com outros imunizantes

O uso da vacina anticoronavírus Sputnik Light como segunda dose após outras vacinas mostrou um alto nível de segurança, sem efeitos colaterais graves, disse na quinta-feira (14) o Fundo Russo de Investimentos Diretos (RFPI, na sigla em russo).

“O estudo demonstrou um alto nível de segurança do uso da Sputnik Light em combinações com todas as outras vacinas, sem efeitos colaterais sérios após a vacinação em qualquer combinação”, indica o comunicado em referência às vacinas AstraZeneca, Moderna, Sinopharm e CanSino, de acordo com a Agência Sputnik.



“Cada um dos ‘coquetéis de vacinas’ com Sputnik Light produziu até o 14º dia após a segunda injeção níveis mais altos de anticorpos do que a vacinação homogênea original, na qual o mesmo componente é administrado duas vezes”, relatou o RFPI.

O estudo provisório de combinação de vacinas contra o SARS-CoV-2 foi realizado na Argentina, envolvendo 1.102 participantes. É planejado que o estudo final inclua 2.800 indivíduos, “560 em cada uma das cinco províncias da Argentina: cidade e província de Buenos Aires, bem como Córdoba, La Rioja e San Luis”, comunica o RFPI.

“A combinação AstraZeneca-Sputnik Light havia mostrado anteriormente grandes resultados de imunogenicidade e segurança no Azerbaijão, e agora na Argentina. A combinação AstraZeneca-Sputnik Light mostrou níveis de imunogenicidade mais elevados do que a vacina AstraZeneca original”, diz a declaração.