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Alessandro Vieira é confirmado como pré-candidato à Presidência

Reunião da executiva do Cidadania aconteceu hoje e senador seria uma alternativa à polarização das eleições em 2022

O Cidadania confirmou nesta sexta-feira (10) a pré-candidatura do senador Alessandro Vieira à presidência da República em 2022. O parlamentar havia apresentado o seu nome ao partido no dia 29 de agosto.

O senador aposta na terceira via para quebrar a polarização entre o presidente Jair Bolsonaro e o seu principal adversário até o momento, o petista Lula da Silva. Alessandro nasceu no Rio Grande do Sul, mas fez sua carreira como policial civil em Sergipe.

Além de Bolsonaro e Lula, também é pré-candidato declarado à Presidência o ex-ministro Ciro Gomes. Ele tem se mostrado um crítico dos principais concorrentes e tenta se viabilizar como uma alternativa nas eleições de 2022.



Dentro do PSDB, quatro candidatos concorrem às prévias do partido: os governadores João Dória (SP) e Eduardo Leite (RS), o ex-prefeito Arthur Virgílio e o senador Tasso Jereissati. Também são citados nesta disputa presidencial, o ex-ministro Luiz Mandetta (DEM), o ex-juiz Sérgio Moro (Podemos) e o presidente do Senado Rodrigo Pacheco (DEM).

Na avaliação da senadora Leila Barros (DF), o seu colega é coerente, ousado e um líder. “O nome dele consolida a participação do Cidadania dentro desse processo democrático”.

Alessandro Vieira disse que não é “representado pela permanência de Bolsonaro no poder ou pelo retorno de Lula. Sei que milhões de brasileiros têm o mesmo sentimento”, segundo publicou a revista eletrônica Carta Capital.



Quando se colocou à disposição para a disputa, o senador afirmou que “pelo que tenho visto, nas movimentações de partidos, parlamentares e movimentos de renovação, estamos ficando para trás no processo de construção da Terceira Via. Não vamos nos omitir e fortalecer a polarização”.

Sobre o presidente da República, o senador comentou ontem que Jair Bolsonaro é só mais uma peça no sistema, preocupado em esconder rachadinhas, mansões e incompetência. “E o sistema adora presidentes fracos. Facilita demais o acesso a cargos, grana e impunidade. Basta ler a sequência de notinhas ensaiadas”.