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Gabinete do ódio também atuava na Secretaria de Comunicação

Foi o que disse Tércio Thomaz num depoimento à Polícia Federal, o que contraria o ex-secretário da Secom
Fabio Wajngarten CPI da Covid Senado
Fabio Wajngarten bebe água durante depoimento na CPI da Covid do Senado/Arquivo/Edilson Rodrigues/Agência Senado

Tércio Thomaz, membro do gabinete do ódio e assessor do presidente Jair Bolsonaro, declarou à Polícia Federal que dois funcionários que trabalham com ele tinham atuação junto à Secom, desmentindo ex-titular da Secom (Secretaria de Comunicação da Presidência da República), Fabio Wajngarten, o qual havia negado o envolvimento de Thomaz na pasta. Ao depor na CPI da Covid, o ex-titular da Secom disse que Tércio Thomaz, assessor especial do presidente Jair Bolsonaro, não tinha relação com o trabalho da pasta.

Entretanto, em depoimento no inquérito sobre atos antidemocráticos, Thomaz admitiu que dois assessores que trabalham com ele, José Matheus Salles Gomes e Mateus Diniz, desempenhavam funções junto à Secom. O trio declarou aos investigadores que organizavam e intermediavam a comunicação e o diálogo da Secom com a presidência, e contaram à Polícia Federal, pela primeira vez, suas funções, segundo o Uol.

Tércio Thomaz é considerado o líder do chamado gabinete do ódio, nome dado a um grupo de assessores que trabalham no Palácio do Planalto com foco nas redes sociais, gerenciando páginas de apoio à família Bolsonaro que difundem desinformação e atacam adversários políticos do presidente, segundo a mídia.

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