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Brasília registra alta de 33,6% no preço da cesta básica em um ano

Pesquisa divulgada hoje pelo Dieese, indica que no mês passado, a cesta só ficou mais barata em Campo Grande e Aracaju
Cesta básica de alimentos
A cesta básica teve preço majorado em mais de 33% em 12 meses no Distrito Federal/Arquivo

Em maio, o custo médio da cesta básica ficou mais alto em 14 das 17 capitais brasileiras que são analisadas na Pesquisa Nacional da Cesta Básica, estudo divulgado mensalmente pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). No mês passado, a cesta só ficou mais barata em Campo Grande (-1,92%) e Aracaju (-0,26%).

No Distrito Federal, os vilões dos aumentos da cesta básica foram o litro do leite integral, o quilo da manteiga e a banana. Comparando o custo entre maio de 2020 e maio de 2021, o preço do conjunto de alimentos básicos subiu em Brasília (33,36%).

Entre as capitais analisadas, a cesta mais cara foi a de Porto Alegre, onde o custo médio dos produtos básicos somou R$ 636,96. Em seguida aparecem São Paulo (R$ 636,40), Florianópolis (R$ 636,37) e Rio de Janeiro (R$ 622,76). A cesta mais barata foi a de Aracaju, cujo preço médio encontrado foi de R$ 468,43. Com base na cesta mais cara, registrada em Porto Alegre, o Dieese estimou que o salário mínimo do país deveria ser de R$ 5.351,11, valor que corresponde a 4,86 vezes o piso nacional vigente, de R$ 1.100,00.

O Dieese analisou, mas não divulgou o custo médio da cesta básica de Belo Horizonte, por mudança na metodologia. A capital que apresentou a maior alta no mês foi Natal (4,91%), seguida por Curitiba (4,33%) e Salvador (2,75%).

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