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Reguffe assume Comissão de Fiscalização e Leila a vice da Educação

Os dois parlamentares foram eleitos hoje numa composição política para o comando das comissões permanentes do Senado
Senadora Leila Barros
Leila Barros vai presidir a Comissão de Educação e Esporte do Senado/Divulgação

Dois dos três senadores do Distrito Federal assumiram hoje (23) função estratégica nos trabalhos legislativos nos próximos 12 meses no Senado Federal. O senador Antonio Reguffe (Podemos-DF) foi eleito presidente da Comissão de Fiscalização e Controle (CTFC), junto com o senador Marcos do Val (Podemos-ES, que será o vice-presidente.

A eleição de Reguffe segue um entendimento político para o comando das 12 comissões permanentes, das quais seis já têm presidentes e vice-presidentes. As demais devem ser definidas nesta quarta-feira (24), incluindo a poderosa Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), que deverá ser presidida pelo senador Davi Alcolumbre (DEM-AP). Até fevereiro, ele presidia o Senado Federal. Reguffe disse que a comissão de fiscalização é uma das mais importantes, pois irá observar a aplicação dos recursos públicos.

A senadora Leila Barros (PSB-DF) assumiu a vice-presidência da Comissão de Educação, Cultura e Esporte. Ela conduzirá os trabalhos ao lado do presidente, senador Marcelo Castro (MDB-PI). Ouça a reportagem em áudio sobre essa posse na homepage do Misto Brasília.

Para a senadora Leila, a comissão terá grandes desafios nos próximos dois anos. “Encaramos os piores índices de investimentos na educação nessa última década. Os jovens, as crianças e todos os brasileiros esperam uma resposta dessa Casa e principalmente dessa comissão, em uma pauta que deveria ser prioritária.”

Leila tambem manifestou preocupação com a minuta da proposta que extingue os valores mínimos a serem investidos em educação e saúde. “É um retrocesso tal proposta. Ela afeta diretamente o Fundeb, que foi aprovado pelo Congresso Nacional no ano passado. Temos 70 milhões de brasileiros sem acesso ao ensino básico e o Fundeb é responsável por pelo menos metade do orçamento disponível para gastar por aluno a cada ano em mais de 85% dos municípios brasileiros”, alertou.

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