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Hungria é o primeiro país do bloco europeu a aprovar a vacina russa

As regras da Agência Europeia de Medicamentos (EMA) permitem que agências nacionais concedam licenças de uso temporário
Vacina seringa
Corrida para obter um imunizante contra a doença viral também acontece no Brasil/Arquivo

A Hungria se tornou nesta quinta-feira (21) o primeiro país da União Europeia a conceder autorização temporária de uso para a vacina Sputnik V, desenvolvida pela Rússia, e para o imunizante criado pela AstraZeneca e pela Universidade de Oxford, em meio a críticas do país europeu ao ritmo de vacinação do bloco para combater a pandemia de covid-19.

“A autoridade farmacêutica húngara concedeu uma autorização temporária de uso para as vacinas produzidas pela AstraZeneca e para a Sputnik”, disse Gergely Gulyas, chefe de gabinete do primeiro-ministro Viktor Orbán, em declaração à imprensa. No Brasil, diretores da empresa que vai produzir o imunizante deve ser reunir à tarde com os técnicos da Anvisa.

As regras da Agência Europeia de Medicamentos (EMA), responsável pelo registro de vacinas no bloco, permitem que agências nacionais concedam licenças de uso temporário para vacinas em situações de emergência, mas a União Europeia tem se esforçado para tomar decisões conjuntas sobre o tema.

Até o momento, o bloco só autorizou o uso dos imunizantes da Pfizer-Biontech e da Moderna, e enfrenta dificuldades para acelerar a imunização da população. A AstraZeneca solicitou à EMA em 12 de janeiro autorização para o uso do seu imunizante, e a decisão deve ser tomada até o próximo dia 29.

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