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Brasil possui 14,1 milhões de desocupados e taxa de desemprego sobe

Enquanto o emprego formal vai mal, o índice de confiança da indústria teve alta no mês de novembro
Fila do desemprego
Taxa de informalidade chegou a 38,4% da população ocupada/Arquivo/Roberto Suguino/Agência Senado

A taxa de desemprego no Brasil ficou em 14,6¨% nos três meses até setembro, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira.

A mediana das previsões em pesquisa da Reuters era de que a taxa ficaria em 14,9% por cento no período. A população desocupada (14,1 milhões de pessoas) subiu 10,2% (mais 1,3 milhão de pessoas) frente ao 2ª trimestre (12,8 milhões) e subiu 12,6% (1,6 milhão de pessoas a mais) em relação mesmo trimestre de 2019 (12,5 milhões).

A confiança da indústria subiu para seu maior nível em mais de dez anos em novembro, disse a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta sexta-feira, com uma visão positiva sobre o momento atual dando suporte ao sentimento dos empresários.

O Índice de Confiança da Indústria (ICI) teve alta de 1,9 ponto em novembro, a 113,1 pontos, seu maior valor desde outubro de 2010 (113,6 pontos). Esse resultado marca a sétima alta consecutiva do indicador, dando sequência a um movimento de recuperação iniciado em maio, junto com a flexibilização de restrições causadas pelo coronavírus nas principais cidades brasileiras.

Indicador/Período Jul-Ago-Set 2020 Abr-Mai-Jun 2020 Jul-Ago-Set 2019
Taxa de desocupação 14,6% 13,3% 11,8%
Taxa de subutilização 30,3% 29,1% 24,0%
Rendimento real habitual (R$) 2.554 2.519 2.359
Variação do rendimento real habitual em relação a: 1,4% (estável) 8,3%

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