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Brasiliense adota mais gatos nesta pandemia do novo coronavírus

Pesquisa nacional aponta que no Distrito Federal o principal motivo da adoção foi o sentimento de solidão
Gato pardo
Pesquisa identificou que no Brasil, assim como no DF, as pessoas adotaram mais gatos/Arquivo

A pandemia do novo coronavírus provocou uma mudança no comportamento das pessoas e uma delas foi em relação aos animais. No Distrito Federal, houve um aumento da doação de gatos em 30%, e 10% desses novos donos (ou tutores) são de primeira viagem. Os dados foram levantados por uma pesquisa nacional encomendada pela Royal Canin®, empresa especializada em alimentação para gatos e cães.

A pesquisa concluiu que 8,3% dos brasilienses disseram que o principal motivo da adoção foi o sentimento de solidão e 16,7% por considerarem a fase propícia para se adaptarem ao novo pet. A Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet), informou que a população pet no Brasil está dividida em 55,1 milhões de cães e 24,7 milhões de gatos.

O que se destaca é o crescimento da população de gatos – mais que o dobro do que a de cães, acumulando 8,1% de aumento contra 3,8% do crescimento canino nos últimos seis anos, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A pesquisa mostrou que a nova rotina nos lares afetou emocionalmente os bichanos: 36% dos entrevistados disseram que seu gato ficou mais estressado depois que passaram a ficar em casa o tempo todo ou a maior parte do dia. “Sentimos que precisávamos continuar falando sobre este tema com a população e a pesquisa veio reforçar essa necessidade”, disse a diretora de Marketing da Royal Canin®, Gláucia Gigli.

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