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Assassino pede desculpas por matar John Lennon há 40 anos

O cantor, compositor, ativista da paz e co-fundou os Beatles, a banda de maior sucesso comercial na história da música popular, faria hoje 80 anos
John Lennon
John Lennon foi morto no dia 8 de dezembro de 1980 e hoje faria 80 anos/Reprodução/Clipe Stand by me

“Assassinei-o apenas porque ele era muito famoso. Foi um ato desprezível”. Foi assim, em síntese, que Mark Chapman se referiu, no mês de agosto ao gesto com que há quase 40 anos, no dia 8 de dezembro de 1980, matou John Lennon (1940-1980). Ele atirou quatro vezes à queima-roupa na saída do seu apartamento em Manhattan.

Passado este tempo, Chapman, agora com 65 anos e cumprindo uma pena de prisão perpétua num estabelecimento de Nova Iorque, pediu desculpa à viúva do ex-Beatle, Yoko Ono. “Só quero reiterar que lamento muito o meu crime”; “Sinto muito pela dor que lhe causei”, disse no decorrer da sessão em que viu uma vez negado o pedido de liberdade condicional.

Os depoimentos de Chapman foram noticiados pela BBC, citando a Press Association, que a eles teve acesso. Jonh Lennon faria 80 anos nesta sexta-feira (09). Ele foi cantor, compositor, ativista da paz e co-fundou os Beatles, a banda de maior sucesso comercial na história da música popular. (Assista o vídeo com Imagine logo abaixo.)

“Não o matei por causa do seu carácter ou pelo género de homem que era. Ele era um homem de família, um ícone. Era alguém que falava de coisas de que agora falamos, e são óptimas”, disse ainda Chapman. “Assassinei-o apenas porque ele era muito, muito, muito famoso, foi só essa razão. E eu andava muito, muito, muito, muito à procura da minha glória. Fui muito egoísta”, especificou ainda.

Já o realizador sueco Jonas Åkerlund está preparando um biopic sobre Brian Epstein, o empresário musical que ganhou um lugar cativo na história da pop ao descobrir os Beatles, adiantou a Variety. Uma grande parte de Midas Man será filmada em Liverpool, a cidade-berço de John Lennon, Paul McCartney, George Harrison e Ringo Starr, e o filme deverá estrear-se nas salas de cinema em 2021.

Essa parceria histórica, sublinha Beattie, começou no Cavern Club, o hoje mítico bar de Liverpool onde os Beatles fizeram muitas das suas primeiras apresentações ao vivo. “O Brian viu quatro rapazes com casacos de couro, a beber e a fumar em palco, ou aos insultos. Não havia músicas Lennon-McCartney na altura. Tocavam covers do Chuck Berry e do Little Richard. O Brian viu o potencial. Pôs-lhes uns fatos e transformou o desalinho naquele clássico look dos Beatles, com o corte à tigela e tudo”, explica o produtor do filme.

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