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Facebook começa a remover contas ligadas à teoria da conspiração

O QAnon é uma teoria segundo a qual uma elite pedófila e satânica internacional estaria sequestrando e abusando de crianças
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Teoria da conspiração do chamado Estado Profundo começou pela internet/Arquivo

O Facebook anunciou ontem (06) que começou a apagar da rede social e do Instagram páginas, grupos e contas ligadas aos propagadores da teoria da conspiração QAnon, que surgiu nos Estados Unidos, mas se espalhou para outros países. “A partir de hoje, removeremos todas as páginas do Facebook, grupos e contas do Instagram que representam o QAnon, mesmo que não contenham conteúdo violento”, anunciou a rede social. A empresa não esclareceu, contudo, o que significa “representar” o movimento, seguido por muitos apoiadores do presidente Donald Trump.

Com o anúncio, a empresa revê a decisão anterior, de remover essas contas apenas se elas propagassem a violência. “Nosso objetivo é combater isso de forma mais eficaz com essa atualização, que fortalece e amplia nossa aplicação contra o movimento de teoria da conspiração”, acrescentou a empresa.

Surgido na internet, o QAnon é uma teoria de conspiração segundo a qual uma elite pedófila e satânica internacional estaria sequestrando e abusando de crianças. Hillary Clinton e o investidor George Soros pertenceriam a essa elite e estariam tentando dominar o mundo, entre outras coisas.

De acordo com os seguidores dessa teoria, esses pedófilos dirigem uma espécie de governo secreto, também conhecido como “Estado Profundo“, que controlaria a política dos EUA e do mundo inteiro nos bastidores. Por outro lado, um lado “bom”, representando por Trump, estaria lutando contra o “Estado Profundo”. (Da DW)

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