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Guedes defende financiamento de novo programa de renda

Enquanto isso, o terceiro trimestre começou com 13,1 milhões de desempregados no Brasil e o menor número de pessoas ocupadas da série histórica
Ministro Paulo Guedes
Guedes disse que Podemos juntar 27 programas sociais, dar uma calibragem adicional/Marcelo Camargo/Agência Brasil

O ministro da Economia, Paulo Guedes, defendeu nesta quarta-feira (30) o financiamento do novo programa de transferência de renda do governo Jair Bolsonaro com a junção de recursos de iniciativas que já existem, descartando a limitação ao pagamento de precatórios para tanto.

Essa já era a ideia original da equipe econômica com o Renda Brasil – termo que Guedes voltou a usar nesta tarde para se referir ao programa que deve vitaminar o Bolsa Família e representar uma ponte após o fim do auxílio emergencial, que termina em dezembro. “Podemos juntar 27 programas sociais, dar uma calibragem adicional para que seja um pouso suave, um local de aterrissagem para o auxílio emergencial”, disse o ministro, em coletiva de imprensa.

Números do mercado de trabalho – O terceiro trimestre começou com 13,1 milhões de desempregados no Brasil e o menor número de pessoas ocupadas da série histórica, com a taxa de desemprego saltando para o recorde de 13,8% nos três meses até julho, uma vez que o mercado de trabalho segue sob contínua pressão com as consequências da Covid-19.

A taxa de desemprego subiu 1,2 ponto percentual em relação ao trimestre anterior e ainda ficou bem acima da taxa de 11,8% no mesmo período de 2019. Esse é o nível mais alto da série histórica iniciada em 2012, de acordo com os dados da Pnad Contínua divulgada nesta quarta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O resultado da taxa de desemprego ainda ficou um pouco acima da mediana das previsões em pesquisa da Reuters, de que a taxa ficaria em 13,7% no período. Nos três meses até julho, o Brasil contabilizava 13,130 milhões de desempregados como consequência das medidas de contenção do coronavírus, que vêm afetando a economia desde o final de março.

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