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É preciso ter muito cuidado com o mosquito Aedes aegypti

A fêmea do inseto transmite doenças fatais, como a dengue, e se prolifera na água parada
mosquito dengue
A fêmea do mosquito da dengue transmite doenças fatais e seus ovos eclodem até 575 após a desova/arquivo

A transmissão de doenças pelo mosquito Aedes aegypti continua sendo uma grande preocupação no Distrito Federal. O medo ficou maior com o período sazonal da chuva que começou nesta semana. O mosquito transmite a zika, febre chikungunya e a principal delas, a dengue, que em casos mais graves pode matar.

Somente neste ano, foram registrados 44.685 casos de dengue em 2020. Até maio passado, a dengue já tinha provocado a morte de 14 pessoas n o DF. Já as outras doenças causadas pelo mosquito Aedes aegypti, o informativo mensal aponta que o DF registrou 184 casos prováveis de chikungunya, 37 de Zika e nenhum caso de febre amarela, segundo informou a Secretaria da Saúde.

“Estamos no período interepidêmico, que antecede as chuvas. O período chuvoso contínuo geralmente começa em meados de outubro. Por isso, faz-se necessário que a população redobre a atenção e os cuidados com suas propriedades e com a vizinhança”, alerta o gerente de campo de vetores e animais peçonhentos, da Vigilância Ambiental, Reginaldo Braga.

A fêmea do mosquito Aedes aegypti, que é vetor, coloca seus ovos até um ano antes do início das chuvas, e esses ovos podem durar cerca de 575 dias esperando água, para assim, iniciar o ciclo de vida aquática e gerar os futuros mosquitos.

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