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Ações da Localiza e Unidas disparam após acordo de fusão

Segundo as empresas, o objetivo é criar um player com escala global, obtendo sinergias e ganhos de eficiência
Bolsa de Valores B3
Negócios na bolsa de valores foram valorizados com a união da Unidas e Localiza/Arquivo

O grande destaque de ações na sessão fica para Localiza Rent a Car e a Unidas (Companhia de Locação das Américas), que assinaram acordo para fusão, podendo dar origem a um negócio consolidado com receita líquida de R$ 14,8 bilhões. Os ativos da Localiza saltam 16% e da Unidas saltam mais de 20%.

A Localiza e a Unidas anunciaram um acordo para combinação dos seus negócios. Segundo as empresas, o objetivo é criar um player com escala global, obtendo sinergias e ganhos de eficiência. A empresa consolidada teria uma frota de 490.949 veículos e receita líquida de R$ 14,8 bilhões, com lucro líquido de R$ 1,18 bilhão e Ebitda de R$ 3,47 bilhões, segundo informou o Infomoney.

José Salim Mattar Júnior, Eugênio Pacelli Mattar, Antônio Cláudio Brandão Resende e Flávio Brandão Resende, acionistas fundadores da Localiza, e Luis Fernando Memoria Porto, Sérgio Augusto Guerra de Resende, RCC Participações Sociais Ltda., Dirley Pingnatti Ricci e SF 166 Participações Societárias S.A., acionistas da Unidas, se unirão “na combinação de talentos para prover soluções inovadoras em mobilidade, na criação de um player com escala global, comprometido com os mais altos níveis de governança e com ambição para prover a melhor experiência do cliente, aumentando o acesso da população e de empresas ao aluguel de carros”, diz o fato relevante, divulgado alguns dias depois do anúncio do fim do acordo mundial entre a Localiza e a Hertz. A Unidas tem um acordo com a americana Enterprise, que deve ser intensificado na nova companhia, de acordo com a Panrotas.

“São duas empresas referência no setor de aluguel de carros e tenho certeza que colocaremos o Brasil na vanguarda das soluções mundiais de mobilidade”, disse Eugênio Mattar, da Localiza, em uma breve teleconferência na manhã desta quarta-feira. Luis Porto, da Unidas, reiterou que as companhias seguem atuando de forma independente até a autorização do acordo pelas autoridades e aprovações pelas assembleias gerais de cada empresa. “A companhia combinada terá mais capacidade de geração de valor e de captação de oportunidades de expansão internacionais”, comentou.

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