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Laboratório alemão também quer testar vacina contra a Covid-19 no Brasil

Três vacinas já estão sendo testadas no país. Uma delas é da empresa AstraZeneca em parceria com a Universidade de Oxford, e outra, da chinesa Sinovac
Atendimento hospitalar
Enquanto a vacina não chega, profissionais da medicina trabalham para cuidar o melhor possível dos doentes/Arquivo/CruzeirodoSul

A biofarmacêutica alemã CureVac anunciou nesta terça-feira (11) que pretende testar sua vacina contra o coronavírus Sars-CoV-2 em voluntários brasileiros. A CureVac, baseada em Tübingen, na Alemanha, está trabalhando na chamada vacina experimental de mRNA. Um tipo de molécula mensageira, o mRNA contém instruções para a produção de proteínas que desencadeariam uma reposta imune. A americana Moderna também desenvolve uma vacina desse tipo.

Segundo informou a infectologista brasileira Sue Ann Clemens, membro do comitê da CureVac, os testes da vacina da empresa devem ser iniciados no país sul-americano em setembro ou outubro. O diretor de desenvolvimento da vacina da CureVac, Peter Kremsner, afirmou que os testes em andamento na Alemanha têm corrido muito bem, informou a agência DW Brasil.

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No final de julho, o governo alemão anunciou que o país estava repassando fundos de um programa especial de 750 milhões de euros (cerca de R$ 4,5 bilhões) para três empresas alemãs que estão desenvolvendo vacinas “promissoras”: BioNTech, de Mainz,  IDT Biologika, de Dessau, além da CureVac, de Tübingen.

No momento, o Brasil é um dos maiores “laboratórios” de testagem de vacinas contra o coronavírus no mundo por causa da alta incidência de coronavírus. Três vacinas já estão sendo testadas no país. Uma delas é da empresa AstraZeneca em parceria com a Universidade de Oxford, e outra, da chinesa Sinovac. A terceira é uma parecia entre o laboratório alemão BioNTech e a multinacional americana Pfizer, e começou a ser testada na semana passada.

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