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Milhares vão às ruas contra medidas restritivas na Alemanha

A multidão era formada por uma combinação de grupos de extrema direita, pessoas contrárias à vacinação, defensores de teorias da conspiração
Protesto na Alemanha contra restrições
Angela Merkel foi um dos alvos no protesto de hoje realizado na Alemanha/Reprodução DW

Apesar de as infecções pelo novo coronavírus voltarem a aumentar na Alemanha, elevando os temores de uma segunda onda da doença no país, milhares de pessoas se reuniram em Berlim neste sábado (01) para protestar contra as restrições impostas pelo governo, segundo informou a agência DW.

A multidão era formada por uma combinação de grupos de extrema direita, pessoas contrárias à vacinação, defensores de teorias da conspiração e outros descontentes com as medidas para conter a disseminação do vírus.

“Somos a segunda onda”, gritavam alguns manifestantes, enquanto outros pregavam “resistência” e classificavam a pandemia como “a maior teoria da conspiração”. Alguns carregavam cartazes com dizeres como “corona: alarme falso”; “somos forçados a usar mordaças”; “defesas naturais ao invés de vacinas” e outros que pediam a reinstituição dos direitos fundamentais. Segundo a polícia, em torno de 15 mil pessoas participaram do chamado “Dia da liberdade”, número bem inferior ao de 500 mil anunciado pelos organizadores. Poucas máscaras forma vistas em meio aos grupos que caminhavam do portão de Brandemburgo até o parque Tiergarten.

Temendo surtos no país na volta das férias, o governo alemão anunciou na segunda-feira que pretende tornar obrigatório o teste do novo coronavírus para viajantes que retornem ao país vindos de territórios considerados de risco, como o Brasil ou os Estados Unidos.

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