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Wuhan proíbe consumo de animais silvestres e a Itália faz apelo aos jovens

A Espanha registrou 48 mortes em decorrência do vírus em 24 horas, o menor número desde meados de março
China verduras
As verduras fazem parte do cardápio dos chineses, mas também uma série de comidas exóticas/Arquivo/Xinhua

A metrópole chinesa de Wuhan, onde começou a pandemia de Covid-19, proibiu o comércio, a criação e o consumo de animais selvagens. Cientistas afirmam que o vírus Sars-Cov-2 passou de um animal para um humano. Provavelmente, ele se originou num morcego, antes de passar por outro mamífero até chegar ao homem.

O contágio teria ocorrido num mercado em Wuhan onde eram comercializados animais selvagens. A proibição na cidade ocorre depois de o governo da China anunciar a intenção de proibir em todo o país o comércio de animais selvagens.

O Ministério da Saúde da Espanha anunciou nesta quinta-feira que o país registrou 48 mortes em decorrência do vírus em 24 horas, o menor número desde meados de março. O total de mortes é de 28.090. Pelo quinto dia consecutivo, a marca de óbitos diária ficou abaixo de 100. Enquanto isso, novos 344 casos foram contabilizados, fazendo a quantidade total geral chegar a 233.037.

O primeiro-ministro da Itália, Giuseppe Conte, pediu nesta quinta-feira, ao comparecer à Câmara dos Deputados, para que os jovens evitem reuniões e festas, além de solicitar aos cidadãos italianos que permaneçam no país durante as férias de verão. “Um apelo a todos e principalmente aos jovens: agora não chegou a hora de festas e vida noturna. Agora, mais do que nunca, é necessário respeitar a distância de segurança e o uso de máscaras. Se expor significa expor-se a uma infecção”, disse Conte, ao falar no Parlamento sobre a fase 2 de desconfinamento após o fechamento do país por conta da pandemia da Covid-19. (Da DW)

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