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Subnotificação dificulta apresentação de cenário do coronavírus

Após a primeira morte e a confirmação de ocorrência de transmissão local no país, o Ministério da Saúde mudou o protocolo
Uso do gel
É importante lavar as mãos e, se possível, usar álcool em gel após a lavação/Arquivo

A pandemia do novo coronavírus, que já deixou mais de 3.904 infectados e 114 mortes no Brasil, segundo o Ministério da Saúde, vem impondo uma série de desafios às autoridades brasileiras, e especialistas apontam falhas no enfrentamento da doença.

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Inicialmente, a contabilização de casos foi prejudicada pelo formulário disponibilizado pelo Ministério da Saúde para notificar suspeitas de covid-19, a doença respiratória causada pelo coronavírus Sars-Cov-2. No documento, havia apenas as opções “esteve fora do país” e “teve contato com alguém com sintomas”. Se a resposta fosse negativa para as duas perguntas, mesmo que a pessoa tivesse sintomas de covid-19, não se considerava o caso como suspeito.

Devido a essa lacuna, o primeiro paciente que morreu pela doença no país, em 16 de março, não constava no balanço de casos suspeitos. A confirmação da covid-19 veio apenas após o óbito. A vítima era um homem de 62 anos, morador de São Paulo e que também sofria de diabetes e hipertensão.

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Após a primeira morte e a confirmação de ocorrência de transmissão local no país, o Ministério da Saúde mudou o protocolo, deixando de considerar caso suspeito apenas o de quem esteve fora do país e/ou teve contato com alguém com sintomas.

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No último sábado, o secretário-executivo do Ministério da Saúde, João Gabbardo dos Reis, afirmou que qualquer brasileiro que apresentasse “síndrome gripal” seria considerado um possível infectado pelo coronavírus. O ministério também anunciou que, ao contrário do que era feito desde o início do surto da doença no Brasil, não iria mais divulgar os números dos casos suspeitos. (Da DW)

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