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Bolsonaro diz que PM do PT matou miliciano na Bahia

Presidente disse no Rio de Janeiro que a imprensa está dizendo que é queima de arquivo
Adriano Nóbrega
Adriano Nóbrega foi morto em uma ação policial na Bahia que não foi explicada/Arquivo/Reprodução

O presidente Jair Bolsonaro indicou neste sábado que a morte do miliciano e ex-capitão da Polícia Militar do Rio de Janeiro Adriano Nóbrega em uma ação policial na Bahia no último fim de semana pode ter sido uma queima de arquivo.

A hipótese de queima de arquivo é defendida pelo advogado da vítima, mas a polícia baiana argumenta que o miliciano estava armado e atirou contra os agentes no cerco feito em um sítio no fim de semana passado. “Quem é responsável pela morte do capitão Adriano? PM da Bahia do PT. Precisa falar mais alguma coisa?”, disse Bolsonaro a jornalistas em evento no Rio de Janeiro.

Ao ser questionado qual seria o motivo por trás da morte, o presidente disse que “a imprensa está dizendo que foi queima de arquivo” e que as fotografias dos peritos mostram que a vítima morreu com tiro à queima roupa.

Bolsonaro disse que, “sem querer defender o ex-capitão”, não havia nenhuma condenação contra o ex-PM em segunda instância.

O miliciano foi condecorado na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) pelo ex-deputado estadual e hoje e senador Flávio Bolsonaro, filho do presidente. Bolsonaro afirmou que não tem ligação com a milícia do Rio e chamou para si as homenagens na Alerj ao ex-capitão do Bope.

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