Filme brasileiro sobre escravidão concorre no Festival de Berlim

Filme Todos os Mortos
Roteiristas são fundamentais para os filmes como em Todos os Mortos/Arquivo/Divulgação

O longa “Todos os mortos”, dos brasileiros Caetano Gotardo e Marco Dutra, concorrerá na mostra principal do Festival Internacional de Cinema de Berlim, a Berlinale, deste ano. O filme, que é uma coprodução entre Brasil e França e se passa no final do século 19 e início do século 20, retrata um país em transição, após o fim da escravidão e no início da República. O longa traz uma narrativa sobre o declínio de uma família de São Paulo do ponto de vista de três mulheres: a mãe, Isabel, e suas filhas, Maria e Ana.

A história começa com a morte da serviçal Josefina, que havia sido escrava na fazenda de café da família. A trama se desenrola ao redor de três importantes feriados nacionais: Dia da Independência, Finados e Carnaval, e aborda o processo de modernização da cidade de São Paulo.

O filme concorrerá com produções como The Roads Not Taken, da britânica Sally Porter; Le sel des larmes, do francês Philippe Garrel; Never Rarely Sometimes Always, da americana Eliza Hittman; El prófugo, da argentina Natalia Meta; e Domangchin yeoja (The Woman Who Ran), do sul-coreano Hong Sangsoo. (Da DW)

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