Assessor de Marco Feliciano é preso sob suspeita de cárcere privado

A jovem que acusa o deputado federal Pastor Marco Feliciano (PSC-SP) de assédio sexual,  agressão e tentativa de estupro em apartamento funcional da Câmara, vai depor nesta segunda-feira no Ministério Público em Brasília.

O caso com nuances de filme policial, ganhou novos contornos neste final de semana, inclusive com a prisão temporária (depois solto) do chefe de gabinete do parlamentar, Talma Bauer. O assessor teria praticado cárcere privado da jovem Patrícia Lélis num hotel em São Paulo, depois de desaparecer de Brasília.

A mãe entrou na história e mais cinco parlamentares que acionaram a polícia de São Paulo e o Ministério Público em Brasília. O caso também será investigado pela Procuradoria-Geral da República que deve levar as investigações para o Supremo Tribunal Federal, já que Marco Feliciano tem foro privilegiado.

As denúncias levantadas pela Coluna Esplanada repercutiram na comunidade evangélica. Depois de ficar em silêncio, o deputado gravou um vídeo ao lado da esposa e o divulgou em suas redes sociais. Nele, nega a agressão, diz que não sabia dos passos do assessor parlamentar e que perdoa a jovem ex-militante do PSC.

Patrícia argumenta que são montagens as contra-informações contra ela e que foram dvulgadas na internet provavelmente por simpatizantes do deputado-pastor. E assim que constituir advogado em Brasília na segunda-feira, vai denunciar o caso na delegacia de combate a crimes cibernéticos do DF.

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