Ex-presidente da Eletronuclear pego segunda vez pela Lava Jato

A bola da vez é o setor energético agora. A Polícia Federal deflagrou, nesta quarta-feira (6), desdobramento da Operação Lava Jato cujo alvo é o ex-diretor presidente da Eletronuclear, Othon Luiz Pinheiro Silva, que no momento cumpre prisão domiciliar. Será conduzido à sede da PF no Rio de Janeiro e transferido ao complexo penitenciário de Bangu 8.

São cumpridos 19 mandados de prisão no Rio Janeiro e em Porto Alegre. Também 26 mandados de busca e apreensão, além de nove de condução coercitiva.

Silva já estava preso, sob acusação de ter recebido R$ 4,5 milhões em propina referente à obras da Usina Nuclear Angra 3. E encontrava-se cumprindo prisão domiciliar. Ele negou recebimento e propino, porém admitiu ter recebido dinheiro da construtora Andrade Gutierrez por meio de contratos de empresas. 

O nome da operação é “Pripyat”, cidade localizada próximo à Usina de Chernobyl, na Ucrânica, que virou fantasma após o acidente nuclear em 1986.

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