Relator pede tempo e votação de processo de Cunha é adiada

A tropa de choque do deputado Eduardo Cunha esperneou e reclamou, mas não teve jeito. O presidente do Conselho de Ética, deputado José Carlos Araújo encerrou há pouco a reunião sem votar o relatório que pede a cassação do presidente afastado da Câmara.

A sessão foi transferida para amanhã depois de quatro horas de discursos contra e a favor de Cunha.

A saída que Carlos Araújo encontrou para o adiamento da votação foi o pedido do relator, deputado Marcos Rogério (DEM-RO), que pediu mais tempo para analisar o voto em separada apresentado pelo deputado João Carlos Bacelar (PR-BA). Ele pediu, ao invés da cassação, a suspensão do mandato de Cunha por três meses. 

Os parlamentares que apoiam Cunha acreditavam que hoje mesmo poderiam liquidar a fatura e livrá-lo da guilhotina da cassação. É que desde a manhã não apareceu na reunião a deputada Tia Eron (PRB-BA), que a esta altura seria portadora do voto minerva para aceitação da cassação.

 

A sessão foi transferida para amanhã depois de quatro horas de discursos contra e a favor de Cunha ou do relatório.

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