Um ano para ser feliz

autor Misto Brasília

Postado em 04/01/2018 19:33:05 - 19:08:00


O ser humano recebeu a dádiva única de poder sentir emoções/Arquivo/EBD

Para cada aspecto, seja o profissional, o social, o familiar, deve-se medir esse grau de tristeza

Texto de Renato Candemil 

O ano de 2017 ficou para trás e já estamos iniciando 2018. Não seria o momento de nos perguntarmos:

— Como podemos individualmente melhorar nossas vidas e por consequência melhorarmos a vida dos outros, das pessoas que estão ao nosso redor?

— Como podemos criar um mundo melhor?

Minha sugestão é a de que em primeiro lugar devemos melhorar nossas qualidades individuais e eliminar todas aquelas atitudes e comportamentos negativos que vez ou outra adotamos. A agressividade, a tristeza, o desamor, a intolerância, o pessimismo e tantos outros, numa lista quase interminável de negatividade.

Superada essa fase, em seguida todos nós devemos passar a ter atitudes inteiramente positivas, alegres, amorosas, de felicidade. Somente assim estaremos todos automaticamente contagiando uns aos outros e por consequência iremos transferir e proporcionar que essas mesmas pessoas tenham a oportunidade de evoluir e desenvolver a sua consciência individual e espiritual.

Certa vez ouvi alguém dizer em uma palestra que a forma mais fácil de diagnosticar se uma pessoa está no caminho certo, se está cumprindo com sua missão é observar o seu grau de tristeza e de sofrimento interior. Essa é uma verdade quase que absoluta.

Para cada aspecto de sua vida, seja o profissional, o social, o familiar, deve-se medir esse grau de tristeza, de sofrimento e também o de satisfação. Simples assim. Quanto maior for o grau de sofrimento e tristeza em nossas situações cotidianas, maior é a necessidade de mudança de rumo. Maior é a necessidade de reflexão.

O ser humano recebeu a dádiva única de poder sentir emoções, e são os pequenos acontecimentos diários que nos proporcionam as grandes realizações em nossas vidas. Devemos sempre estar atentos a esses pequenos acontecimentos e observar os sinais que a vida nos dá.

Isso serve para nos alertar da necessidade de que despertemos para o real e verdadeiro sentido da vida, que é o da prática incondicional do bem. Quando se pratica o bem, automaticamente você transfere energias positivas para as outras pessoas e para o ambiente. E assim, em cadeia, você vai contagiando tudo e a todos, numa grande corrente de energia. Energia inteiramente positiva.

Pense nisso e viva feliz em 2018! (Renato Candemil é advogado e autor do livro Uma jornada em busca da verdade espiritual)

 


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