2018 – Qual a nossa missão?

autor Misto Brasília

Postado em 28/12/2017 19:02:08 - 18:51:00


Encontros casuais nos jogam em uma determinada direção/Arquivo/Pixabay

Acredito que primeiramente precisamos nos ater aos pequenos detalhes, pois nossa vida é de detalhes

Texto de Renato Candemil 

Estamos entrando em um novo ano, e por conta disso, começo esse artigo com uma pequena pergunta: 2018 – Qual a nossa Missão?

Não seria o momento de aproveitarmos essa passagem de ano para exercitarmos uma reflexão diferente, expandindo nossa percepção para a busca de uma melhor consciência espiritual?

Em meu livro “Uma jornada em busca da verdade espiritual” (Ed. Insular, 2017), cito uma frase de autoria desconhecida: “Não devemos nascer por nascer, viver por viver ou morrer por morrer”. Simples assim.

Que todos nós em 2018 possamos fazer um ano diferente, buscando sob o prisma da espiritualidade, expandir nossa percepção para os episódios que acontecem ao nosso redor.

Quantas vezes aqueles acontecimentos que num primeiro momento nos parecem totalmente casuais, nos colocam frente a frente com pessoas que de repente nos jogam em uma determinada direção, propiciando uma importante mudança em nossas vidas.  A maioria de nossas ações cotidianas são fruto do que acontece no campo da racionalidade, mas algumas, senão muitas também acontecem sob o prisma da espiritualidade”. (trecho do livro).

Para descobrirmos qual será nossa missão em 2018, acredito que primeiramente precisamos nos ater aos pequenos detalhes. Nossa vida é feita de pequenos detalhes e, esses pequenos detalhes, mudam uma existência toda. Não devemos desprezar os pequenos acontecimentos, pois pequenos momentos inauguram e propiciam as grandes realizações.

Que no próximo ano, nossa missão seja a de construir uma ponte entre o visível e o invisível, entre o nosso contexto diário de nossa pequena vida terrestre e o contexto dos reinos misteriosos do alto.

A espiritualidade elevada e o autoconhecimento certamente, e não tenho dúvida alguma disso, são a chave para a auto evolução, propiciando assim a melhor convivência coletiva e por consequência o desenvolvimento de um mundo melhor.

E como disse Pierre Teilhard de Chardin, jesuíta, filósofo e teólogo do passado, ao demonstrar a integração entre a ciência e a espiritualidade: Não somos seres humanos tendo uma experiência espiritual. Somos seres espirituais tendo uma experiência humana.

Fica a dica e bom 2018! (Renato Candemil é advogado e autor do livro "Uma jornada em busca da verdade espiritual)


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